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“Babel”, ainda.

Janeiro 22, 2007

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 Nos comentários feitos no post sobre Babel, abaixo, a Denise observou que o filme também recebeu muita crítica negativa. Acabei de fazer uma breve pesquisa e, ainda que a maioria dos críticos de cinema tenha tecido elogios ao filme, há vários que criticam Babel. O que significa que eu não sou uma voz isolada, apenas meio mal-informada (vide ítem 3 do post “Dez razões para você NÃO escrever uma tese de doutorado)!! 🙂 Ainda bem que avisei. Enfim, para aqueles que se interessam:

  • David Denby, do New Yorker, fala o seguinte: “Iñárritu has enough talent to shake up conventional moviemaking. But he still hasn’t figured out how to use it.” [Iñárritu tem talento suficiente para abalar a cinematografia convencional. Mas ele ainda não entendeu como usá-lo]. Leia a continuação da crítica aqui.
  • Essa é do Enrique Buchichio do Uruguay Totall: “Si algún mérito tiene González Iñárritu (además de la conducción de un buen elenco) es el de haber sido capaz de dar a una película menor y pretenciosa la forma de un cine supuestamente original e importante”. Leia mais aqui.
  • Um das críticas mais agressivas é de Peter Bradshaw do excelente jornal The Guardian. Olhem só: “…Babel [is] the exasperatingly conceited new film from Alejandro González Iñárritu. It is well acted and handsomely photographed, but still extraordinarily overpraised and overblown… The script is contrived, shallow, unconvincing and rendered absurd and almost meaningless by a plot naivety that is impossible to ignore once its full magnitude dawns on you.  [Babel é o novo filme, desesperadamente convencido, de Iñárritu. Ele é bem encenado e com uma fotografia bela, mas é exageradamente elogiado e inflado… O roteiro é forçado, raso, não-convincente, tornado absurdo e quase sem sentido por uma inocência do enredo que é impossível de ignorar, uma vez que a sua enormidade se apresenta.] Leia mais aqui.

Obs. Os erros e escorregadas da tradução são meus. 🙂