“A valediction forbidding mourning”

Fevereiro 26, 2007

A VALEDICTION FORBIDDING MOURNING.
(John Donne, 1633)

(…)

But we by a love so much refined,
    That ourselves know not what it is, 
Inter-assurèd of the mind, 
    Care less, eyes, lips and hands to miss.                           

Our two souls therefore, which are one, 
    Though I must go, endure not yet 
A breach, but an expansion, 
    Like gold to aery thinness beat. 

If they be two, they are two so                                           
    As stiff twin compasses are two ; 
Thy soul, the fix’d foot, makes no show 
    To move, but doth, if th’ other do. 

And though it in the centre sit, 
    Yet, when the other far doth roam,                                
It leans, and hearkens after it, 
    And grows erect, as that comes home. 

Such wilt thou be to me, who must,
    Like th’ other foot, obliquely run ;
Thy firmness makes my circle just,                                    
    And makes me end where I begun.

Outro belo poema de amor inglês. O compasso é a metáfora usada por John Donne, conhecido como um poeta metafísico, para caracterizar o amor de duas pessoas.

Anúncios

6 Respostas to ““A valediction forbidding mourning””


  1. Cris, querida, desculpe meu “abandono”, mas você sabe como é o Oscar, teve todos os preparativos hehehe… e a festa, ontem, foi ótima lá no blog.

    Vou ler tudinho que perdi quando voltar da minha malhação.

    Beijos!

  2. cris s Says:

    Denise,
    Hehe, não se preocupe, não sofro da síndrome de cachorro abandonado. Eu já te conheço suficiente para saber que vc nunca vai me abandonar completamente. 🙂
    Eu também tenho estado um pouquinho longe, na realidade. Estou numa fase meio complicadinha. Mas li os comentários do Oscar, ri muito. Ano que vem, contem comigo!!
    Ah, e fiz a minha perguntinha p/ vc que tem a ver c/ women’s studies.
    Apareça quando puder.
    Bjs

  3. cris s Says:

    Raquel,
    É lindíssimo. O John Donne é aquele poeta que fala: “no man is an island, etc”. Escreveu coisas mto belas. Vale conferir.
    bjs

  4. Raquel Says:

    Ah, eu já li o John Donne então!! Li o texto inteiro do “no man is an island”, não lembro o nome, são meio uns musings dele, não?
    Bjs

  5. cris s Says:

    Raquel,
    Se não me falha a memória é a Meditation XVII, que é inteira linda. “No man is an iland, entire of itself; every man is a piece of the continent”… outra citação conhecida da mesma meditação é “Do not ask for whom the bell tolls, it tolls for thee.” (que o Hemingway usou como título) Lindérrimo.
    bjs


Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: