A amamentação e o poder das imagens: Macbeth e As vinhas da ira.

Agosto 7, 2007

A amamentação e o poder das imagens: Macbeth e As vinhas da ira 

Gostaria de falar sobre a amamentação de um ponto de vista literário, fazendo um pequeno e superficial recorte de duas fortes imagens que encontramos na literatura de língua inglesa. A titulo de isca, recorro a duas imagens emblemáticas da tragédia Macbeth (William Shakespeare, 1564-1616) e do romance As vinhas da ira (John Steinbeck, 1902-1968), ambas obras literárias canônicas das literaturas inglesa e norte-americana, respectivamente.

A primeira vem com, provavelmente, uma das mais poderosas e temerárias personagens femininas do acervo shakespeariano: Lady Macbeth, a esposa do protagonista que, ao incitá-lo a dar cabo do Rei Duncan para usurpar-lhe o trono, clama: “Unsex me here!” e confessa que não hesitaria em esmagar a cabeça de seu bebê enquanto o amamentava, fosse para dar a coroa ao marido: “Eu já amamentei / E sei quanto é doce o sugar do neném; / Enquanto ele sorria eu poderia / Roubar-lhe o seio da gengiva mole / E arrebentar-lhe o cérebro, se houvesse / Jurado que o faria” (I.vii.54-59). Eis, sem dúvida, uma cena fortíssima: Shakespeare demoniza a figura de Lady Macbeth por meio de uma das mais belas e sagradas imagens da maternidade: a amamentação.

ellen-terry-as-l-macbethy.png
Fig 1. Ellen Terry as Lady Macbeth (John Sargent, 1889)

Cabe abrir um parênteses para lembrar que a amamentação na Inglaterra elisabetana-jacobina (a época de Shakespeare) era uma prática enfaticamente recomendada pela literatura médica e religiosa, bem como pelas receitas medicinais encontradas em registros escritos pelas mulheres. Desta maneira e, talvez aqui alguns possam se surpreender, existiam manuais que tratavam meticulosamente dos cuidados para uma adequada amamentação. Diria-se mesmo, que o interesse e o conhecimento sobre os poderes do leite materno há mais de 400 anos não ficariam nem um pouco aquém das últimas edições de livros acerca do assunto para leigos. Reconhecia-se as propriedades medicinais do lei materno não somente para os bebês, mas também para vários tipos de doenças.

Lady Macbeth, muito embora seja uma mulher bela, sedutora, forte e influente até em assuntos políticos (algo atípico para a mulher da época) é, no âmago de seu ser, uma pessoa sem escrúpulos e desconstrói o arquétipo da imagem mais sagrada do acervo pictórico da representação feminina: a figura de Maria. Em termos imagísticos, Maria é a construção sócio-cultural do que temos de mais materno e santo; da mulher pura, imaculada, altruísta e nutridora. Lady Macbeth, por meio de sua transgressão que atinge o clímax na citação acima, incorpora, então, a figura antitética de Maria e torna-se Eva, a tentadora –- aquela que expulsou a humanidade do Paraíso e a condenou a um eterno mundo de pecados, imprimindo a culpa na mulher. Lady Macbeth, tal qual Eva, com efeito, não passou impune: enlouqueceu, perdeu a coroa e o marido que amava, e acabou tendo um fim nada surpreendente: se suicidou “por suas próprias mãos violentas” (V.ix.).

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Fig.2 – Original Sin (Hugo van der Goes, 1467).

John Steinbeck, a despeito de minha maior familiaridade com o bardo inglês, ganha, no momento, uma importância mais significativa para o que gostaria de sublinhar. As vinhas da ira (1939) ilustra o período da Grande Depressão nos Estados Unidos, um período de opressão e sofrimento para centenas de milhares de trabalhadores. A situação de alguns estados acometidos pela seca, como Oklahoma, era de pura calamidade e muitos trabalhadores da lavoura decidem procurar emprego em estados férteis como a Califórnia, Washington e Oregon.

A familia dos Joads acredita no sonho da maioria e parte para a famigerada jornada da Route 66, aos poucos perdendo membros da família e ganhando muita desilusão. Como muitos, os Joads são explorados como escravos na Califórnia e passam por vários percalços.

O capítulo final do romance é potencializado com uma força religiosa imensa quando a filha dos Joads, Rose of Sharon, abandonada pelo marido e, tendo recém perdido seu bebê, lembra La Pietá. Rose of Sharon amamenta um homem debilitado pela fome e seu filho. Ao longo do triste romance, acompanhamos a transformacão de Rose of Sharon que passa de uma moça egoista, caprichosa e imatura para assumir um papel semelhante àquele da mãe de Cristo. Tal qual Maria, ela representa a essência da maternidade, nutrindo não somente proteção e conforto mas também o sagrado leite materno. Steinbeck fecha um dos mais celebrados romances americanos, que trata da infertilidade da terra e dos homens, com a metáfora da mulher nutridora. Steinbeck sublinha a idéia de que a generosidade e o sacrificio são as maiores virtudes da mulher. A mulher em As vinhas da ira é dotada de poderes religiosos e redentores.

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Fig. 3 – Rest on the Flight into Egypt, (Anônimo, 1510). Este recorrente motivo pictórico conhecido como “Maria Lactans”, caiu em desuso após o século XVI e, hoje em dia, muitos religiosos consideram de “mau gosto”. “Maria Lactans” foi assunto deste post. Também tratei do poder da imagem da Virgem Maria aqui.

A cena da amamentação em As vinhas da ira auxilia a sustentar a idéia da nação; uma nação que a despeito de passar por uma depressão jamais vista, por uma seca sem precedentes, encontra nos seios de uma mulher, a seiva da Terra Prometida, “the land of milk and honey”.

A mulher, como Simone de Beauvoir (O segundo sexo) e Virginia Woolf (Um teto todo seu) advertem, em muitas narrativas da nação (basta lembrar de Pocahontas, A letra escarlate, Iracema), ajuda escritores masculinos a veicular a idéia da “pátria-mãe”.

Shakespeare e Steinbeck criam duas mulheres caricatas e se utilizam da metáfora da amamentação para fortalecer os dois estereótipos mais importantes na representacão mulher: o anjo e o monstro (ver The Madwoman in the attic de Gubar e Gilbert). Lady Macbeth é a mulher que amedronta, tamanha sua força, ao passo que Rose of Sharon é a mulher que se resigna perante seu trágico destino e, baixando a cabeça, nutre um desconhecido, salvando-o da morte.

Escritores masculinos parecem ter dificuldades em dar conta de mulheres “reais”; em outras palavras, ora as mulheres são suas musas inspiradoras, seus anjos protetores, ora são aquelas que os assombram e que os levam a perdição. Tratei, aqui, da amamentação para ilustrar como uma imagem na literatura ajuda a cristalizar padrões e estereótipos que acabamos por considerar “normais”. Ora, convenhamos, a mulher não é nem anjo, nem monstro.

Como diriam as teóricas francesas Hélène Cixous e Luce Irigaray, quem tem maior legitimidade para falar sobre a amamentação é a “escritura feminina” (l’ècriture feminine), escrita despretenciosamente, a partir da fluída experiência feminina. E, de preferência, (e aqui a metáfora não poderia funcionar mais adequadamente!) com “tinta branca” (white ink), o leite materno.

Então, leiam outros posts que descrevem a poética da amamentação a partir de vários gêneros literários do nosso dia-a-dia: as tragédias e comédias de nossos pequenos e grandes erros, os diários de nossas mais íntimas experiências, enfim, a mais pura poesia do que há de mais sagrado e indescritível na maternidade: a amamentação. 

[Esse post, com pequenas modificações, foi publicado na Blogagem Coletiva da Semana Mundial de Amamentação organizada por Denise Arcoverde, do blog Síndrome de Estocolmo, no ano passado. Na época, eu estava passando uma temporada fora deo Brasil, longe dos meus livros e fiz tudo ‘de cabeça’. Eu também não tinha o público&privado, de modo que a Denise teve a gentileza de abrigar os ‘blogless’ aqui.  Embora eu esteja muito ocupada, com o meu semestre letivo a todo vapor, eu realmente queria contribuir com algo para a blogagem coletiva deste ano — ensaiei algumas linhas, mas me sinto mal em fazer as coisas de uma forma rápida e descuidada, ainda mais considerando a importância do assunto e a relevância da blogagem. Acabei por sucumbir ao texto que escrevi o ano passado mesmo. Veja no site da Denise a lista das pessoas que estão participando.]

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24 Respostas to “A amamentação e o poder das imagens: Macbeth e As vinhas da ira.”

  1. Leila Says:

    Cris, eu lembro desse post. 🙂

    Eu tambem precisei de ajuda no inicio, porque meu peito empedrou barbaramente quando o leite desceu (tipo no segundo ou terceiro dia apos o nascimento). Eu nao sabia que precisava dar leite a cada duas horas, e fiquei esperando o Chris acordar (deixando-o dormir por 4 ou 5 horas). Quando a consultora de amamentacao me disse que eu tinha que dar de 2 em 2h, nao so’ para “aliviar” o reservatorio como tambem para a nutricao do nenem, eu fiquei chateada de nao ter recebido essa informacao antes.

  2. Gi Says:

    Está é muito bom seu artigo, Cris! Maravilhoso texto. Eu gostei da parte que você fala sobre essa problematização bem masculina de “mitificar” demais o sexo feminino; lembro-me até do mito Lilith. Falando nela, tenho um texto escrito sobre o “ato de amamentar” mas minha abordagem é diferente (erótica e pega cenas do cinema) e foge claramente de ser uma “matéria de jornal” e um texto acadêmico. Tenho dificuldade de fazer ambos, a não ser que me propusesse a isso e se fosse este meu trabalho. E prefiro não associá-la ao tema da blogagem proposta pela Denise. ;-))

    ps: já me falaram muito do “Vinhas da ira”. E na época anotei até num papel esse nome. E já conhecia essa frase de Lady Macbeth. Ela não tem escrúpulos?

  3. Gi Says:

    A proósito, pergunta isso, porque só li “Rei Lear” (apesar de conhecer as outras obras através do cinema), presente de um amigo fanático pelo dramaturgo inglês.


  4. Estou visitando as participantes da blogagem coletiva da Denise, da qual também orgulhosamente participo.
    Seu texto é extraordinário!

  5. bellavida Says:

    Oi Cris, a Maharani me falou do seu blog e leio sempre mas acho que ainda não havia comentado aqui.

    Acho fascinante a sua capacidade de enxergar tudo isso em personagens! Sei que vc é professora e estudou tudo isso mas a maneira como vc escreve é clara e ajuda a entender melhor essas mulheres.

    Obrigada pelo texto!

    Isabella

  6. cris s Says:

    Leila,
    O meu também empedrou nas duas vezes. Mas eu nunca quis amamentar de duas em duas horas. Me policiei e policiei as meninas… foi super difícil c/ a Maria Luiza. Quando a Caro nasceu foi mais fácil, pois eu aprendi uns truques infalíveis!!
    beijos

  7. cris s Says:

    Gi,
    Que bom que você gostou do texto!! Obrigada, ele foi feito com carinho.

    Se a Lady Macbeth tinha escrúpulos? Olha, ela fez absolutamente tudo p/ que o marido matasse o rei. Depois que ele matou, o bicho pegou e ela entrou numa viagem de culpa que não teve volta. Repetia que nunca mais conseguiria limpar as mãos, via manchas de sangue. Aliás, o Macbeth também. Mas ela pirou. É uma personagem fascinante. Mas o Macbeth tem mais densidade ainda. Impressionante. Eu amo Shakespeare e, sinceramente, quem não gosta de Shakespeare é porque não o conhece. Mas não basta ler uma obra só, Gi. O melhor é estudar, pensar, fazer um curso. Escritores feito Shakespeare têm que ‘amadurecer’ dentro da gente. Nada que valha a pena, vem fácil.

    beijocas.

    P.S. Eu adoro Rei Lear!!

  8. cris s Says:

    Samantha,
    Obrigada! Depois eu passo no teu blog para ler o teu texto! Seja benvinda aqui.

    Abraço,
    Cris

  9. cris s Says:

    Isabella,

    Obrigada!! Vou falar sem reservas: adoro quando alguém vem aqui e fala que gosta dos meus textinhos. Faz a coisa valer a pena.

    O resto são apenas ossos do ofício!!

    Seja sempre benvinda para comentar (mesmo que seja p/ criticar!).

    bjs

  10. Luma Says:

    Fiquei agraciada que tenha republicado o texto, deu-nos chances de conhecer magnífica análise de obras consagradas, de prisma que antes nunca tinha lido. Não imagino como seria se as suas fontes estivessem do seu lado, porque assim, para mim está perfeito!
    Pessoalmente conheço heroínas de carne e osso, que mudaram a sua tragetória de vida, assim que passaram a amamentar a sua prole.
    Boa blogagem! Beijus

  11. Luma Says:

    Fiquei satisfeita que tenha republicado o texto, deu-nos chances de conhecer magnífica análise de obras consagradas, de prisma que antes nunca tinha lido. Não imagino como seria se as suas fontes estivessem do seu lado, porque assim, para mim está perfeito!
    Pessoalmente conheço heroínas de carne e osso, que mudaram a sua tragetória de vida, assim que passaram a amamentar a sua prole.
    Boa blogagem! Beijus

  12. Cris S. Says:

    Luma,

    Seja benvinda!

    Que bom que você gostou do meu enfoque!

    Também conheço ‘heroínas’ de carne e osso. Eu amamentei minhas filhas e foi um acontecimento maravilhoso. Mas a amamentação é algo biológico e natural e seria legal se a mulher assim o concebesse. Assim, a amamentação não passa a ser um ‘mito’, às vezes descrito como uma prática difícil e fora do alcance.
    Beijos,
    Cris

  13. Gi Says:

    Ah, eu também acho! E fico impressionada com quem não compreende Barbara Heliodora quando ela crtitica as peças que fazem por aí. É muito profundo, é muito complicado e as pessoas adaptam sem muita responsabilidade. A Heliodora é extremamente conhecedora e chega lá, deve ficar abismada com o que vê. Eu já fico; assisti a umas peças que.. vou te contar.. e algumas ao estilo moderno; se bem feita, ok, mas se não..

    Cris, eu gostaria de ler Shakespeare no original, e fazendo algum curso de teatro, porque gosto da interpretação. Gostaria de pensá-lo junto às tragédias gregas que já li: Antígona e Electra. Mas no momento não é possível, estou atolada no francês. ;-))

  14. Gi Says:

    Dona Lady M. foi fogo, hein? Geralmente, até autores que não conheço, chego a saber alguma coisa sobre, mas com Shakespeare isso se torna longe, não sei explicar, fica nublado a não ser pelo “Romeu e Julieta” de Zeffirelli que eu amo.

  15. Raquel Says:

    Cris,

    extraordinário texto.

    “As Vinhas da Ira” é um dos livros que mais me impressionou, li muito, muito novinha, e emendei em outros livros da Steinbeck, que meu pai tinha várias obras dele. Confesso que nunca esqueci a culpa da Rose quando descobre que a avó morreu mais ou menos na hora que ela e o marido estavam transando em cima do caminhão.

    Eu gosto muito do casal Macbeth. São sórdidos, mas fascinantes.

    Bjs bjs

  16. cris s Says:

    Gi,
    P/ vc entender mesmo Shakespeare, é bom fazer um curso. Senão fica nublado, como vc bem falou. E Romeu & Julieta também é muito legal estudar. Do ponto de vista da transgressão feminina (a Julieta é que comanda tudo). Eu gosto muito da versão carnavalizada do Baz Luhrman.

    A Barbara é excelente. Vou publicar um capítulo num livro onde ela também vai. Tô me sentindo a tal!! 🙂 Eu AMO teatro.

    beijos

  17. cris s Says:

    Raquel,

    Obrigada!! De vez em quando eu escrevo c/ mais inspiração.

    Gosto muito do Steinbeck também. São livros trágicos, muito tristes mesmo. Vc deve ter lido “Of mice and men” também. O filme, com o John Malcovitch, é extraordinário. Um clássico como o romance.

    O casal Macbeth é fascinante sim. O Macbeth ganha uma complexidade fantástica no final. Impressiona.

    beijocas

  18. Gi Says:

    Cris, eu adoro teatro, mas tenho implicância com algumas coisas, por vários motivos, sobretudo na questão “respeito ao pagante”, horários, enfim. Sou muito exigente com isso, ainda mais se for pagando, né? Assim como o cinema, está muito caro e eu só vou quando tem convite, coisa rara por sinal. A última peça que assisti, saí contente. Este meu amigo sabe que não deve me chamar para ver “porcarias”. Fui ver “Sonata de Outono” na casa de teatro construída em Botafogo; é de propriedade de Marieta Severo e da Andréa Beltrão e mais uma amiga. E a peça era com elas e mais um outro ator. E eu tinha assistido a vários filmes do Bergman e nunca esse (Sonata de Outono) com Ingrid Bergman e Liv Ullmann.

    Eu gosto de mambembe e do trabalho de estudantes de teatro: não pago nada e assisto a muita coisa boa. Lembro-me de uma peça do Becket adaptada pelos formandos da Uni Rio na “Casa da Ciência”. Muito boa. Às vezes, eles pediam mantimentos, pois era na época do Natal. Ultimamente, fico de olho em quase tudo através do “Arte com Sérgio Britto” na TVE. Gosto de tudo, se bem feito.

    Parabéns pelo capítulo! Nada mais justo, né? É seu trabalho, você entende tanto quanto a Bárbara. Ela é polêmica, crítica de teatro que escreve em jornal, talvez por isso mais conhecida e ela mesma criticada. ;-)))

  19. cris s Says:

    Gi,

    Legal o teu interesse. Eu sou super-hiper crítica…então não gosto de sair de casa p/ perder tempo e dinheiro. Já vi muita coisa boa e muita porcaria. No Rio vcs têm coisas ótimas, aqui a gente tem o melhor Festival de Teatro do Brasil — vem coisa de todo canto, a grande maioria é mais ou menos, mas sempre vem algo muito bom.

    Mas, Gi, non chèrie, jamais de la vie, no way: eu não chego aos pés da Barbara. E não é falsa modéstia. É raro vc encontrar alguém como ela aqui no Brasil ou fora.

    bjs

  20. Gi Says:

    Cris, ontem eu assisti ao programa “Cadernos de Cinema” e a Barbara era foi uma das convidadas. São sempre filmes brasileiros e eles exibiram “Por trás do Pano” onde o diretor mostra o processo de ensaio de uma peça de teatro (no caso “Lady Macbeth”) e a relação com a vida cotidiana dos atores – no filme. Não vi tudo; gostei mais ou menos. Até vou fazer um pequeno post sobre o que a Heliodora e as outras pessoas disseram. Anotei num papel. 😉

  21. cris s Says:

    Gi,
    A Barbara criticou o filme??
    bjs

  22. Gi Says:

    Nada.. muito pelo contrário. 😉 Vai lá ver; eu fiz um post. Eu tenho mais ou menos a mesma opinião do crítico de cinema, mas acontece que peguei o filme pela metade.

  23. Regina Says:

    Cris,

    Parabens! Excelente texto. Estou sempre aprendendo com voce.

    Bjs

    Regina

  24. cris s Says:

    Regina,

    Obrigada por apreciar o texto. Foi uma interpretação de um enfoque meio profissional, digamos. Na próxima eu faço algo pessoal (tenho um pouco de dificuldade, mas tenho que enfrentar essa parada).

    bjs


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